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Numa busca interior, descobri em Cristo a unificação universal com o cosmo, assim como Jesus afirma ser ele e o pai um único ser(João 10.30), descobri que somos um tambem com o criador, alguns o chamam de "Arquiteto do universo", outros de "Mente criadora", eu prefiro chamar apenas de "Pai", pois o Genesis não diz que Deus parou para pensar no que ia fazer, e pelo que sei é isso que um arquiteto faz, ele pensa, planeja, calcula, mas Deus apenas disse e aconteceu como falou, creio no poder da palavra, e sei que mudanças poderosas podem ocorrer coforme o que você pronuncia, você pode ter uma vida de sucesso falando coisas boas ou uma vida penosa e sofredora falando palavras malditas, que tendemos a chamar de palavrões. Desejo poder iluminar sua vida com o que for postado nesse bloger, e que a paz do Senhor Jesus, que é a mais profunda a se desejar, superabunde em seu ser e dê o despertar cósmico de sua consciência que você tanto deseja

quinta-feira, 30 de maio de 2013

sexo entre o casal a luz das escrituras e costumes judaicos

Muitas pessoas devem ficar impressionadas quando trato de assuntos referentes ao sexo, inclusive o sexo anal. Meu propósito não é o de impedir os casais, digo homem e mulher a ter essa liberdade, pois "em quatro paredes vale tudo", não há nada na bíblia que dá a entender que é proibido ao casal hetero esse tipo de proceder. Vale lembrar que o povo de Israel ao sair do Egito trouxe consigo vários costumes do local, inclusive a sexualidade ali praticada, e sabemos que o Egito era uma nação bem liberal quanto a esse assunto. na foto abaixo você irá conferir alguns costumes sexual daquela nação de onde os judeus saíram, e incluem sexo anal e oral

As relações físicas, tão cruciais para um casamento, estão sendo banalizadas e abordadas de forma irresponsável. As fronteiras que delimitavam a separação entre o íntimo e o público parecem não mais existir. A palavra hebraica para intimidade sexual é yichud, que significa privacidade. Esta noção de privacidade fazia com que, nas comunidades judaicas, a educação sexual fosse transmitida de mãe para filha e de mestre para aluno. Atualmente, em alguns casos, esta corrente de transmissão foi interrompida e muitos judeus desconhecem a visão judaica da sexualidade. A maioria das pessoas surpreende-se quando descobre que o judaismo encoraja as relações sexuais entre um casal, não só para procriação, mas também para o prazer. isto, porem dentro de limites fixados pela Torah sobre "com quem e quando".


As Leis de Nidá

A maioria dos judeus conhece pelo menos os conceitos básicos das várias Leis Judaicas, como por exemplo, o shabat, o Yom Kipur. Porém, muitos desconhecem as leis da Torah que tratam das relacões íntimas entre marido e mulher ou as consideram "costumes antiquados". Estas leis, tão antigas quanto sagradas, tão importantes quanto esquecidas, são madamentos bíblicos da maior importância. Sua transgressão equivale a não efetuar a guarda do Shabat ou a não jejuar propositadamente em Yom Kipur. As leis fazem parte da categoria de Decretos Divinos, dos quais nem sempre o homem pode compreender o total significado, mas que afetam a alma em seus níveis mais profundos.
Estes Decretos Divinos proíbem, basicamente, o contato físico entre um casal durante o período menstrual da mulher, estendendo a proibição por sete dias após seu término. Ao termino destes dias, a mulher passa por um ritual chamado "Micvê" banho da purificação. Após esse banho, o contato íntimo entre o casal volta a ser permitido. A função do micvê está em seu poder de transformação espiritual, em seu poder de renovação.
As leis que tratam das relações íntimas entre um casal são chamadas de Nidá e nos referimos ao conjunto de leis como Taharat Hamishpachá (Pureza Familiar). Basicamente, a cada ciclo, a mulher muda de status tanto espiritual quanto físico. Passa de um plano em que possui um potencial criativo para outro, no qual, ao ocorrer a menstruação, este potencial desaparece. Esta alteração na mulher implica numa mudança no relacionamento do casal. É um período de total afastamento físico, chamado em hebraico de Nidá, que significa "separado". O banho do micvê faz com que, espiritualmente, a mulher mude novamente de status, podendo assim voltar a ter relações íntimas com seu marido, até o ínicio do próximo ciclo.
Percebe-se, portanto, que, em termos físicos, o ritimo do casamento judaico é estabelecido por algo totalmente externo à vontade do casal: o ritmo biológico da mulher. Cabe a ela, e somente a ela, o controle dessa área tão importante da vida judaica. Santificando seu corpo e sua vida sexual, trará santidade ao seu relacionamento e, consequentemente, a todo seu lar. foi sugerido que, observando estas leis, o nível de percepção espiritual que a mulher atinge com o seu corpo é semelhante ao dos homens quando usam Talit e Tefilin.
As pessoas não familiarizadas com as leis de Nidá podem incorrer no erro de compará-las a antigos tabus presentes em varias sociedades, nas quais a mulher menstruada era discriminadas ou banidas do convivio social. Portanto, tais pessoas consideram as leis, além de arcaicas e primitivas, discriminatórias contra a mulher e aceitáveis só em épocas em que havia falta de hingiene. No entanto, estas leis não têm nenhuma relação com hingiene física. Prova disso é o fato de ser obrigatório para quem quizer banhar-se no micvê uma escrupulosa limpesa física antes do banho. Maimônides rejeitava com veemência as crenças e supertições sobre a menstruação, salientando o conteudo espiritual dos ensinamentos judaicos.
À primeira vista, as leis parecem transmitir só restrições e uma perda de liberdade. Mas ao serem analizadas com mais profundidade, percebe-se uma formula que preserva, dentro do casamento, tanto o amor físico e emocional do casal, quanto o "espaço" de cada um. o relacionamento sexual é importante, porém naõ é o único componente do casamento, e as leis ensinam a ver "o outro" como um ser importante, com o seu próprio valor, sua individualidade, suas necessidades.

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