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Numa busca interior, descobri em Cristo a unificação universal com o cosmo, assim como Jesus afirma ser ele e o pai um único ser(João 10.30), descobri que somos um tambem com o criador, alguns o chamam de "Arquiteto do universo", outros de "Mente criadora", eu prefiro chamar apenas de "Pai", pois o Genesis não diz que Deus parou para pensar no que ia fazer, e pelo que sei é isso que um arquiteto faz, ele pensa, planeja, calcula, mas Deus apenas disse e aconteceu como falou, creio no poder da palavra, e sei que mudanças poderosas podem ocorrer coforme o que você pronuncia, você pode ter uma vida de sucesso falando coisas boas ou uma vida penosa e sofredora falando palavras malditas, que tendemos a chamar de palavrões. Desejo poder iluminar sua vida com o que for postado nesse bloger, e que a paz do Senhor Jesus, que é a mais profunda a se desejar, superabunde em seu ser e dê o despertar cósmico de sua consciência que você tanto deseja

domingo, 4 de agosto de 2013

O verdadeiro dia do Senhor.

Me converti aos onze anos, hoje estou com meus trinta e cinco anos, e sempre me colocaram uma amarra quanto ao dia certo de culto. Primeiro, foi na igreja batista onde frequentei em minha infância, pois tinham até uma música em que o refrão dizia: “Quem trabalha no domingo do Senhor está roubando”, eu não me lembro do resto da música, nem da melodia, nem de nada mais, mas essa frase nunca saiu de minha mente, pois como bom cristão não queria estar na presença de Deus como ladrão. Depois, ainda na minha adolescência, conheci os adventistas, que me perturbaram a mente dizendo que eu tinha aprendido errado, e que o dia do Senhor não era o domingo e sim o sábado. Fiquei ainda com mais dúvidas, e muitas foram as vezes que chorei e lamentei, pois sempre que conseguia um serviço, eu tinha que trabalhar em ambos os dias, raramente folgava sábado ou domingo, e eu só pensava, “Sou ladrão, não vou entrar no céu”. Cresci, fiz seminário, passei a ter uma comunhão maior com Deus após abandonar os estudos preparados pelos homens e comecei a querer a aprender direto do Senhor Jesus, e agora, depois de mais uma vez me deparar com a questão, Deus me fez reler a Torah, ou pentateuco, se preferir, então consegui entender a questão, e nessa manha o Senhor me tocou para passar esse ensinamento a você caro leitor, pois precisa também ter esse peso retirado de suas costas.
Para entender a questão precisamos ser gradativos. Primeiro, José leva a sua família para o Egito. Após quatrocentos e trinta anos a família cresce e fica numerosa a ponto de preocupar os egípcios. Deus chama Moises e o envia a Faraó a fim de deixar o povo ir adorar a ele. O povo de Israel não tinha descanso, era de sol a sol, então, a primeira coisa que Deus faz é estabelecer uma folga semanal, no caso o sábado.
Hoje em dia também somos escravos, pois, embora não tenhamos um chicote para nos bater, temos as folhas de ponto, advertências, suspensão, e até a demissão. O nome de hoje é mais bonito, pois somos chamados de funcionários, trabalhadores e até cooperadores, mas a escravidão é a mesma, e isso é inevitável, como se diz: “Um manda e obedece quem tem juízo”.
Moises estava fundando um novo pais, no qual precisava de leis, daí o nome de “Os livros da lei”, pois embora exista o pressuposto deista, ainda assim é um livro jurista, contendo seus artigos e punições. É uma verdadeira constituição, onde, pela primeira vez na história, deixa-se registrado a necessidade de deixar o escravo tirar um dia para adorar a Deus em família.
Jesus foi sábio e entendeu bem tudo isso. Em primeiro lugar, mostrando ao judeu egoísta e mentido a sabichão o seu verdadeiro lugar: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado”. Fez curas, colheu espigas e deu uma lista enorme de exemplos para explicar que o sábado é uma folga nacional.
A igreja primitiva entendeu isso, pois em Atos diz que “Estavam todos os dias reunidos no templo”, e agora entendi o porque, ao contrario do que se pensa, eles não abandonaram suas famílias ou emprego, com excessao dos apóstolos, pois viviam da palavra. Eles estavam todos os dias no templo por amor, pois os romanos eram como os egípcios, não tinham um dia certo de descanso, alias não tinham descanso, então, por amor, estavam todos os dias no templo, para que o trabalhador pudesse tirar, ainda que fosse algumas horinhas do dia para dar ao Senhor.
Hoje é mais fácil para esse monte de preguiçosos e ladros jogar um fardo sobre os ombros do povo, e principalmente do trabalhador. Adoram dizer que o pobre precisa entregar os dez por cento, senão o devorador entra na vida dele e destrói tudo, o que não contesto visto que esta na escritura sagrada, dizem que é necessário ajudar com reforma e construção do templo, envio e sustento de missionários, sendo que nem um terço do dinheiro chega ate os campos, e desfilam com seus carros caríssimos moram em suas casas luxuosas, mas só aparecem no templo no domingo e no máximo na quarta feira, não sou contra o pastor ter salários altos, carros, casas luxuosas, mas eles devem fazer o seu trabalho, devem estimular sim o povo a contribuir, pois a obra realmente precisa, muitos pastores passam por provações, fome falta de roupa e muitas coisas, mas acredito que todas as igrejas devem sim ter reuniões todos os dias, como tinha a igreja primitiva, para que o trabalhador em seu dia de descanso possa adorar a seu Deus. Mas, como sei que é algo de muito difícil conseguir isso, pois depende do coletivo, e muitas vezes o coletivo tem a cabeça dura e prefere continuar a se matar e adorar um dia do que tirar sua folga para a adoração, deixo meu conselho, faça sua oração em família, vizite alguém que precise ouvir a nova do evangelho, guarde seu dizimo e oferta para quando sua folga cair no dia estabelecido por sua denominação, seja ele sábado ou domingo, e tenha paz, pois Lutero já disse que não se pode impor nada os cristão, visto que Cristo os libertou para serem livres. Não quis por endereço bíblico nem fontes literárias, pois quero falar como cristão, servo do Senhor Jesus, e não como um acadêmico. Jesus quando leu o texto de isaias ele não deu o endereço, até por que não existia isso ainda.

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