Quem sou eu

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Numa busca interior, descobri em Cristo a unificação universal com o cosmo, assim como Jesus afirma ser ele e o pai um único ser(João 10.30), descobri que somos um tambem com o criador, alguns o chamam de "Arquiteto do universo", outros de "Mente criadora", eu prefiro chamar apenas de "Pai", pois o Genesis não diz que Deus parou para pensar no que ia fazer, e pelo que sei é isso que um arquiteto faz, ele pensa, planeja, calcula, mas Deus apenas disse e aconteceu como falou, creio no poder da palavra, e sei que mudanças poderosas podem ocorrer coforme o que você pronuncia, você pode ter uma vida de sucesso falando coisas boas ou uma vida penosa e sofredora falando palavras malditas, que tendemos a chamar de palavrões. Desejo poder iluminar sua vida com o que for postado nesse bloger, e que a paz do Senhor Jesus, que é a mais profunda a se desejar, superabunde em seu ser e dê o despertar cósmico de sua consciência que você tanto deseja

domingo, 24 de agosto de 2014

Jesus

Colocam o meu nome em oficinas e salões ao lado de inúmeras fotos de mulheres nuas, sorridentes e infelizes;
Colocam o meu nome em consultórios onde represento apenas um símbolo preso a parede já que ali praticam tudo, menos cristianismo;
Colocam o meu nome em entidades de ensino onde “Cristãos” se envergonham de pronunciar o meu nome, como se eu tivesse traído Judas Iscariotes e não ele a mim;
Colocam o meu nome em clubes onde sou apenas ornamentação;
Colocam o meu nome perto de balcões onde a minha frente desfilam bêbados e vagabundos;
Colocam o meu nome em salas de cinema onde passam filmes pornográficos para o faturamento do dono que é “cristão”;
Colocam o meu nome em associações onde eu apareço menos do que todos;
Colocam o meu nome em templos que contrastam com minhas vestes;
Colocam o meu nome em hospitais que não recebem seres que eu chamei de “meus pequeninos”
Colocam o meu nome em paredes, pescoços, estampa de camisa, tatuagem, em vez de estar, PRIMEIRO, no coração!

adaptado da obra "Assim voltamos do inferno", Neymar de Barros, editora Shalon, 1° edição, 1976

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